Entretenimento
Crítica de Toy Story 5 – A franquia Pixar precisa de novas baterias
JE
Jessica Stone
há 4 horas7 min de leitura
Claro, a quinta viagem à caixa de brinquedos é tão impecável e polida quanto um gadget novíssimo, uma peça de conteúdo de entretenimento familiar que foi lustrada a um brilho imaculado. Mas, ao retirar a embalagem brilhante, você descobrirá que o coração esfriou.Apesar de toda a animação de alta energia e pixel-perfeita derramada em cada quadro, a alma da história—o perigo, as ideias frescas, a própria paixão que nos fez apaixonar por esses personagens—está visivelmente ausente. O tema central da franquia sobre mortalidade e ser superado parece cansado, mas o verdadeiro erro é como o filme perde a coragem com seu próprio grande vilão.Ele estabelece um conflito genuinamente relevante para as crianças de hoje: a insidiosa invasão da tecnologia viciante, personificada por um tablet assustador chamado Lilypad, ameaçando a própria existência da brincadeira imaginativa. No entanto, em uma reviravolta desconcertante, o filme decide que seu vilão tecnológico é capaz de um sacrifício sentimental e heroico, uma completa desculpa em comparação com o genuinamente ameaçador Ursinho Lotso do terceiro filme. É uma história que teve a chance de dizer algo significativo sobre nosso mundo obcecado por telas, mas escolheu a rota mais segura e esquecível, deixando todo o empreendimento parecendo uma atualização de produto em vez de uma história que precisava ser contada.
#Toy Story
#Pixar
#Movie Review
#Animation
#Disney
Mantenha-se informado. Aja com inteligência.
Receba destaques semanais, manchetes importantes e insights de especialistas — e então coloque seu conhecimento em prática em nossos mercados de previsão ao vivo.
Comentários
Está tranquilo aqui...Comece a conversa deixando o primeiro comentário.